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domingo, 31 de outubro de 2010

ééé....

Sem muito o que falar hoje. Dia de eleição, urnas vazias, graças a Deus. Concluo meu post de hoje com a seguinte estrofe:

 "Não te abras com teu amigo
Que ele um outro amigo tem.
E o amigo do teu amigo
Possui amigos também..."

Entenda se quiser! ;)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

ele é O CARA!

 O cansaço me consome no momento. Desde cedo na rua, fazendo mil coisas e sem paciência pra ficar postando coisas hoje. Indo ali, vindo aqui, e sempre com meu fone de ouvindo escutando as músicas de um cara, que eu resolvi falar dele hoje aqui: Bezerra da Silva.Um pernambucano, violinista e compositor. Até hoje escutamos suas musicas naquelas velhas rodas de samba de raiz.Seus principais temas foram os problemas sociais dentro das comunidades, entre eles: a malandragem e ladrões à margem da lei, a maconha, e outras linguagens. Eu considero ele, como eu dos principais compositores de samba no estilo partido alto.
Vou postar uma mpusica que eu gosto muito e espero que todos gostem e passem a admirar esse cara que durante muitos anos fez muito sucesso aqui no RJ.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A roda da fortuna


 Meditando sobre as flutuações da vida
Como diz a canção, Stefane, “tudo muda o tempo todo no mundo”. Não se deixe iludir pela aparente estabilidade das coisas, pois a natureza da vida é a impermanência, a temporalidade, todas as coisas passam, mudam, o que estava no alto cai e o que estava embaixo ascende. Neste momento, tenha sabedoria suficiente para não se deixar levar pelas flutuações da existência, não deixe que seu humor flutue e fique à mercê dos acontecimentos. Mantenha-se firme em seu centro, observando as coisas que acontecem com um maior distanciamento. Fazendo isso, você saberá aproveitar melhor as oportunidades que virão e saberá distanciar-se dos eventuais azares que lhe ameaçarão.

vida...

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.                         (Augusto Branco)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Ó meu Santo Antônio,

As vezes nos deparamos com certas situações em nossas vidas. Sabe quando a gente pensa que está agradando a tudo e a todos e no fundo não é nada disso que estamos pensando? Então...
Não vou me estender muito sobre assunto e quero resumir o post em algumas frases...

"Meu Santo Antônio pequenino
Olha esse mundo como está
Quem me abraçava antigamente
Hoje quer me apunhalar"


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

6 de copas

O 6 de Copas surge como seu arcano conselheiro neste momento, Stefane, convocando sua alma a se voltar para o passado, a fim de meditar e refletir a respeito de questões que ficaram mal resolvidas ou mesmo apegos que você ainda não superou direito. O momento não é de agitação e sim de pausa, reflexão, para que você possa descobrir as reais necessidades emocionais de sua alma neste momento. Boa fase para conversar com um amigo muito íntimo, um analista ou para ter uma conversa séria – e tranqüila – com alguém que já lhe foi importante no passado amoroso. Retornar ao passado é, muitas vezes, uma forma de tornarmos melhor o nosso futuro. E mais: lembrar o passado é uma forma de evitar repetições infelizes...

Conselho: Investigar as raízes fortalece a árvore.

Sorte e escolhas bem feitas



Pessoas consideradas inteligentes dizem que a felicidade é uma idiotice, que pessoas felizes não se deprimem, não têm vida interior, não questionam nada, são uns bobos alegres, enfim, que a felicidade anestesia o cérebro. 

Eu acho justamente o contrário: cultivar a infelicidade é que é uma burrice. O que não falta nessa vida é gente sofrendo pelos mais diversos motivos: ganham mal, não têm um amor, padecem de alguma doença, sei lá, cada um sabe o que lhe dói. 

Todos trazem uns machucados de estimação, você e eu inclusive. No que me diz respeito, dedico a meus machucados um bom tempo de reflexão, mas não vou fechar a cara, entornar uma garrafa de uísque e me considerar uma grande intelectual só porque reflito sobre a miséria humana. Eu reflito sobre a miséria humana e sou muito feliz, e salve a contradição. 

Felicidade depende basicamente de duas coisas: sorte e escolhas bem feitas. 

Tem que ter a sorte de nascer numa família bacana, sorte de ter pais que incentivem a leitura e o esporte, sorte de eles poderem pagar os estudos pra você, sorte por ter saúde. Até aí, conta-se com a providência divina. O resto não é mais da conta do destino: depende das suas escolhas. 

Os amigos que você faz, se optou por ser honesto ou ser malandro, se valoriza mais a grana do que a sua paz de espírito, se costuma correr atrás ou desistir dos seus projetos, se nas suas relações afetivas você prioriza a beleza ou as afinidades, se reconhece os momentos de dividir e de silenciar, se sabe a hora de trocar de emprego, se sai do país ou fica, se perdoa seu pai ou preserva a mágoa pro resto da vida, esse tipo de coisa. 

A gente é a soma das nossas decisões, todo mundo sabe. Tem gente que é infeliz porque tem um câncer. E outros são infelizes porque cultivam uma preguiça existencial. Os que têm câncer não têm sorte. Mas os outros, sim, têm a sorte de optar. E estes só continuam infelizes se assim escolherem.


Martha Medeiros